Os atores com nanismo de Hollywood, que possivelmente seriam escalados para atuar no remake em live-action de Branca de Neve, estão possessos com as críticas do astro Peter Dinklage – por um motivo até que bastante compreensível.
Recentemente, o astro de Game of Thrones ‘desceu o bedelho’ na Disney por considerar que o estúdio estaria regravando uma história que perpetua estereótipos para pessoas com nanismo. No entanto, os intérpretes não concordam com a fala de Dinklage.
Em uma fala ao Daily Mail, o ator Dylan Postl garante que as críticas levaram a uma trágica consequência: a extinção de sete novos trabalhos para sete atores com nanismo (cujas oportunidades já não são muitas).
“Peter Dinklage pode ser o maior ator anão de todos os tempos, mas ele não é um rei, uma autoridade“, descreve.
Além de Postl, o ator Jeff Brooks diz se sentir com o estômago embrulhado com a decisão da Disney em trocar os personagens por ‘criaturas mágicas’ – o fato não chegou a ser confirmado pelo estúdio, mas foi ventilado por informantes internos logo após as críticas do ator.
“Existem sete oportunidade de ouro para pessoas como nós – que não conseguem papéis normais – e agora elas se foram por causa desse cara”.
Ainda conforme o Daily Mail, alguns atores seguem implorando ao estúdio para que consigam retornar com os papéis dos Sete Anões. Eles também esperam por testes para outros projetos.
Branca de Neve é um remake da Disney
A Disney, fundada em 1923 pelos irmãos Roy e Walt Disney, é o maior conglomerado de entretenimento do mundo hoje.
Suas produções, inicialmente filmes animados voltados para o público infantil, fazem parte do imaginário popular e alguns de seus personagens se tornaram tão populares quanto é possível ser, com companhia sendo chamada até mesmo de “Casa do Mickey”, em função de seu mascote mais famoso.
Nos anos 1950, já com o sucesso dos personagens e filmes animados, Walt Disney apresenta seu projeto mais ambicioso até então: a chamada Disneylândia, ou Disney World, um complexo de parques temáticos que permanece sendo o mais famoso e visitado do mundo, com parques também na Europa e Ásia. Ainda assim, esse não era o auge de poder de influência da companhia.
Na década de 1990, os filmes animados voltam a fazer sucesso e, a partir disso, a Disney adquire os estúdios da Pixar. Desde então, uma série de títulos e propriedades foram adquiridas, incluindo aí Star Wars, os filmes da Marvel e mais recentemente as franquias pertencentes à Fox. Ainda estão ligados à companhia canais de TV e uma gama quase infinita de produtos de merchandising ligados a suas propriedades.




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