Parece que o sonho de desbravar o Japão Feudal com os amigos sofreu um “desincronização” definitiva. Em meio a uma fase de cortes e reestruturações profundas, a Ubisoft teria decidido cancelar o ambicioso DLC multiplayer de Assassin’s Creed Shadows, conhecido internamente pelo codinome “AC League”.
O projeto estava sob a responsabilidade da Ubisoft Annecy, divisão famosa por sua expertise em experiências online. Segundo informações reveladas pelo veículo francês Origami, a ideia era ambiciosa: permitir que até quatro jogadores se unissem em partidas cooperativas dentro do universo de Shadows. No entanto, o que deveria ser um dos grandes atrativos do Passe de Temporada acabou sendo vítima da instabilidade financeira da gigante francesa.

O que era o “AC League”?
Originalmente, o projeto nasceu para ser uma experiência standalone (independente), mas, para tentar garantir sua sobrevivência, foi integrado a Assassin’s Creed Shadows. Entre os principais detalhes do projeto cancelado, destacam-se:
- Cooperativo para 4 jogadores: Missões conjuntas focadas em furtividade e combate.
- Base Tecnológica: O DLC serviria como laboratório para futuras funcionalidades online da franquia.
- Estreia Iminente: Um teste Alpha restrito estava previsto para maio de 2026, mas os planos foram engavetados.
“A Ubisoft considerou o projeto ‘caro e demorado demais’ para o momento atual de contenção de gastos, preferindo focar em experiências mais seguras e rentáveis.”
O Futuro da Ubisoft Annecy e da Engine Anvil
Apesar do balde de água fria nos fãs, nem tudo foi para o lixo. Uma pequena equipe foi mantida para realizar a “migração técnica” dos avanços obtidos no AC League para a engine Anvil. Isso significa que a tecnologia desenvolvida poderá aparecer em futuros jogos da série, funcionando como uma base sólida para quando a Ubisoft decidir, finalmente, trazer o multiplayer de volta de forma definitiva.
Infelizmente, o cenário humano é mais sombrio. O futuro dos 270 funcionários da Ubisoft Annecy permanece incerto. Em reuniões recentes, a liderança da empresa evitou dar garantias contra novos cortes, sinalizando que a “lâmina oculta” das demissões ainda pode atingir mais colaboradores ao longo de 2026.




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