BLACKPINK: Uma década de revolução, sucessos e o renascimento em 2026

Cheyna Corrêa

Em 2026, o cenário do K-pop celebra um marco histórico: os 10 anos de BLACKPINK. O que começou em 8 de agosto de 2016 com a promessa de ser a nova potência da YG Entertainment transformou-se em um fenômeno cultural global. Jisoo, Jennie, Rosé e Lisa não apenas quebraram recordes; elas redefiniram o que significa ser um girl group no século XXI.

Com a chegada do aguardado álbum em janeiro e a turnê mundial “DEADLINE”, o grupo prova que, mesmo após uma década, a revolução está longe de acabar.

O Início Explosivo: “Boombayah” e “Whistle”

Há dez anos, o quarteto fazia sua estreia oficial com o single álbum Square One. Diferente de muitos grupos que levam tempo para encontrar sua identidade, o BLACKPINK já chegou pronto.

  • “Boombayah”: Trouxe a energia EDM e o “girl crush” agressivo que se tornaria a assinatura do grupo.
  • “Whistle”: Mostrou um lado hip-hop minimalista e sofisticado, provando a versatilidade vocal e de rap das integrantes.

O impacto foi imediato: elas se tornaram o grupo feminino mais rápido a alcançar o topo das paradas coreanas e internacionais, ganhando o apelido de “Monster Rookies”.

A Ascensão ao Trono Global

Ao longo dos anos, o BLACKPINK colecionou hinos que transcenderam a barreira do idioma.

  • “DDU-DU DDU-DU” (2018): O ponto de virada internacional. O refrão viciante e a coreografia icônica das armas levaram o grupo ao estrelato ocidental.
  • “Kill This Love” (2019) e “How You Like That” (2020): Consolidaram o domínio no YouTube e nas plataformas de streaming, com visuais de alta costura e batidas grandiosas.
  • “Pink Venom” e “Shut Down” (2022): Do álbum Born Pink, mostraram um amadurecimento sonoro, mesclando instrumentos tradicionais coreanos com hip-hop clássico.

O Império das Carreiras Solo (2024-2025)

Enquanto o grupo mantinha seu legado, os últimos dois anos foram cruciais para a identidade individual de cada membro. Todas fundaram suas próprias agências ou selos para gerenciar suas atividades solo, resultando em uma explosão criativa:

  • Lisa (LLOUD): Mergulhou no pop global com seu álbum Alter Ego (2025) e colaborações de peso como “New Woman” com Rosalía.
  • Jennie (Odd Atelier): Trouxe sua visão fashionista e R&B para o álbum Ruby, dominando as paradas com o single “Mantra”.
  • Rosé (The Black Label): Emocionou o mundo com o álbum Rosie e o mega hit viral “APT.” em parceria com Bruno Mars.
  • Jisoo (BLISSOO): Focou na atuação e lançou o EP Amortage, mostrando um lado mais sombrio e cinematográfico de sua música.

O Retorno Triunfal: “Jump” e o Futuro em 2026

Após um período focado nos projetos individuais, o BLACKPINK voltou a rugir como um só em meados de 2025 com o single “Jump”. A faixa serviu como um pré-lançamento eletrizante, lembrando ao mundo por que a química das quatro juntas é imbatível. “Jump” trouxe uma sonoridade nostálgica, mas moderna, preparando o terreno para a nova era.

Agora, em 2026, a celebração de 10 anos não é apenas uma festa de aniversário, é uma afirmação de poder.

  • O Novo Álbum: Rumores dizem sim, haverá um novo álbum para janeiro, prometendo ser uma síntese da jornada do grupo, misturando a rebeldia do início com a sofisticação adquirida.
  • DEADLINE World Tour: A nova turnê já tem datas esgotadas em estádios pela Ásia e promete ser a maior produção visual da carreira delas.

Se a maldição dos “7 anos” do K-pop derruba muitos grupos, o BLACKPINK chega aos 10 anos mais forte do que nunca. Elas provaram que podem brilhar sozinhas, mas que juntas, continuam sendo a maior revolução feminina da música pop atual.

Blackpink in your area? Para sempre.

 

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