Teyonah Parris interpreta Monica Rambeau em WandaVision. E a personagem estará em Capitã Marvel 2, que pode contar com um trio de heroínas.
Além dela e de Carol Danvers, o longa pode ter ainda a aparição de Iman Vellani como Ms. Marvel, que também terá sua série própria. As heroínas possuem laços em comum, além de terem alguns dos poderes mais impressionantes da Marvel.
Em entrevista ao Rotten Tomatoes, Parris confirmou a presença do trio no segundo filme de Carol Danvers, mas teve que se segurar para não revelar mais detalhes do que poderia falar.
“Estou ansiosa, como atriz, para me juntar a Brie [Larson] e Iman [Vellani] e ver o que vai unir essas três super-heroínas, para ver o que vai acontecer nesse filme. Mas sim, o resto, nós vamos ter que esperar algumas semanas antes de realmente podermos falar sobre isso”, disse, entre sorrisos.
Em WandaVision, vemos a versão adulta de Monica Rambeau, que apareceu ainda criança como a filha de Maria Rambeau em Capitã Marvel. Atualmente, ela é uma agente da S.W.O.R.D. e aparece na realidade de sitcom mostrada na série como Geraldine.
Sobre Capitã Marvel
Carol Danvers, a heroína que todos conhecem hoje como Capitã Marvel, surgiu no final dos anos 1960, inicialmente como Ms. Marvel.
Ela trabalhava então como uma aliada do super-herói Kree Mar-Vell, mais conhecido como Capitão Marvel, e passou muitos anos atuando nos quadrinhos como um personagem secundário dos Vingadores e outros heróis.
Ela sempre foi associada com ideais de igualdade entre homens e mulheres e empoderamento feminino, ganhando poderes com o passar do tempo.
Nos anos 80, deixou a identidade de Ms. Marvel para se tornar a Binária, após ser submetida a experiências com um Buraco Branco, oposto de um Buraco Negro. Anos depois voltou a ser a Ms. Marvel e foi só em 2012, conforme sua popularidade nos quadrinhos foi crescendo, que assumiu o manto de Capitã Marvel.
O sucesso nos quadrinhos fez com que a entrada de Carol Danvers no Universo Cinematográfico Marvel (UCM) ocorresse com rapidez. Em 2019, a Capitã Marvel foi a primeira protagonista mulher de um filme do UCM, interpretada por Brie Larson.
Apesar das críticas contra o papel representativo da heroína, o longa foi um sucesso, arrecadando US$ 1,128 bilhão na bilheteria mundial.




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