Em 2026, o primeiro Toy Story completa impressionantes 30 anos. A franquia que revolucionou a animação digital em 1995 e ensinou o mundo que brinquedos de plástico podem ter crises existenciais profundas continua sendo o “padrão ouro” da Pixar. Ao longo de quatro filmes (com o quinto já em produção), a saga de Woody e Buzz Lightyear conseguiu o impossível: amadurecer junto com o seu público original sem perder a magia para as novas gerações. Decidimos olhar para trás e classificar essas aventuras do “bom” ao “obra-prima absoluta”.
4. Toy Story 4 (2019)

Embora seja visualmente o filme mais deslumbrante da Pixar, o quarto capítulo sofre com o peso de uma conclusão que muitos já consideravam perfeita no terceiro filme. A introdução do “Garfinho” traz um humor existencialista hilário e a evolução da Betty para uma heroína independente é fantástica. No entanto, o filme parece mais um epílogo focado quase exclusivamente no Woody. O final é emocionante e corajoso, mas para muitos fãs, a jornada principal já havia sido encerrada com chave de ouro anos antes.
3. Toy Story (1995)

Onde tudo começou. É impossível não respeitar o filme que mudou a história do cinema. Mesmo após três décadas, a dinâmica de rivalidade entre o cowboy clássico e o boneco espacial moderno continua sendo uma aula de roteiro. Ele estabeleceu a fórmula da Pixar: mundos secretos escondidos à vista de todos e personagens com motivações profundamente humanas. A animação pode parecer datada hoje em dia, mas o coração da história permanece intacto e tão relevante quanto no dia da estreia.
2. Toy Story 2 (1999)

Uma das raras sequências que superam o original em todos os aspectos. O filme expandiu o universo de Woody ao apresentar sua origem como um item de colecionador e introduziu Jessie, cujo arco sobre o abandono gerou uma das cenas mais tristes da história da animação (“When She Loved Me”). O filme equilibra perfeitamente o humor de aventura com reflexões profundas sobre mortalidade e o medo de ser esquecido, elevando a franquia para um novo patamar de complexidade emocional.
1. Toy Story 3 (2010)

O ápice da Pixar. Poucos filmes conseguem capturar com tanta precisão a transição dolorosa da infância para a vida adulta. Ver Andy se preparando para a faculdade enquanto seus brinquedos enfrentam a “morte” literal no incinerador de Sunnyside é uma experiência catártica. O final, onde Andy brinca uma última vez com seus amigos antes de passá-los para Bonnie, é um rito de passagem para qualquer pessoa que cresceu com esses personagens. É um filme perfeito, equilibrando suspense, comédia e uma dose de emoção que poucos filmes em live-action conseguem alcançar.
E você, concorda com nosso ranking? Acha que o próximo filme vai superar todos os outros?






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