O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, determinou nesta data (27) que todas as agências federais do país cessem imediatamente a utilização dos produtos desenvolvidos pela Anthropic. A empresa norte-americana de inteligência artificial é a criadora do popular assistente Claude. A decisão abrupta promete causar um forte impacto nas operações tecnológicas do governo americano e em seus contratos ativos.
A determinação oficial foi comunicada diretamente ao público através de uma extensa publicação na rede social Truth Social. O banimento chega como o desdobramento mais severo de uma intensa disputa nos bastidores entre a atual administração federal dos EUA e a diretoria da Anthropic. O centro principal desse conflito envolve as diretrizes éticas e a aplicação militar da nova tecnologia.
O intenso embate entre a Anthropic e o Pentágono

Toda a polêmica teve início devido à forma como o Pentágono planejava utilizar o sistema Claude em suas redes classificadas de segurança nacional. O departamento de defesa norte-americano expressou o forte desejo de poder empregar a inteligência artificial de forma ampla, declarando querer utilizá-la “para todos os fins legais”, sem ser barrado por políticas de uso civil corporativas.
Como forma de extrema pressão, o governo alertou que, caso a Anthropic não cumprisse com as exigências federais, a empresa estaria sob a grave pena de ser classificada oficialmente como um “risco para a cadeia de suprimentos”. No meio governamental e militar, essa é uma designação pesada e normalmente aplicada a empresas que são vistas como uma verdadeira extensão de adversários estrangeiros.
Do outro lado da mesa de negociações, a Anthropic se manteve inabalável e impôs 2 condições consideradas inegociáveis para a continuidade da parceria. A empresa de tecnologia exigiu proibir terminantemente o uso do Claude no desenvolvimento ou operação de armas autônomas. Além disso, a diretoria vetou expressamente o emprego da ferramenta em sistemas de vigilância de massa direcionados aos cidadãos americanos.
Em resposta a essas restrições, os altos representantes do Pentágono afirmaram oficialmente não ter qualquer interesse em aplicar a inteligência artificial nessas finalidades específicas. No entanto, a defesa oficial do governo argumentou que as agências de inteligência precisam de liberdade total e irrestrita para usar a tecnologia que licenciam, sem prestar contas diárias aos provedores.
A dura reação do presidente e a ordem federal

Diante do impasse técnico e burocrático, o presidente Donald Trump interveio de forma agressiva nas conversas. O líder norte-americano classificou publicamente a postura restritiva da Anthropic como um “erro desastroso”. Em seu duro pronunciamento, ele acusou a companhia de tecnologia de tentar ditar as regras de como as grandiosas Forças Armadas do país devem operar no campo de batalha.
Em sua publicação online, o chefe de estado não poupou palavras e críticas contundentes à diretoria da desenvolvedora do Claude. “Os Estados Unidos da América nunca vão permitir que uma empresa radical de esquerda e woke dite como nossas grandes Forças Armadas lutam e vencem guerras! Essa decisão pertence ao seu comandante-chefe e aos líderes incríveis que eu nomeei para comandar nosso Exército”, disparou o político.
A indignação da presidência se manteve bastante elevada ao longo da extensa declaração divulgada. “Os malucos de esquerda da Anthropic cometeram um erro desastroso ao tentar coagir o Departamento de Guerra e obrigá-los a obedecer aos Termos de Serviço deles em vez da nossa Constituição”, complementou Donald Trump, justificando a urgência e a validade jurídica da sua iminente ordem federal.
Segundo a visão estratégica da atual administração, o comportamento e a resistência da empresa afetam a soberania do país. “O egoísmo deles está colocando vidas americanas em risco, nossos soldados em perigo e a segurança nacional em ameaça. Por isso, estou determinando que todas as Agências Federais do Governo dos Estados Unidos cessem imediatamente o uso da tecnologia da Anthropic”, ordenou.
O prazo de transição e as consequências no mercado
Para garantir que o corte de acesso não prejudique de forma irreparável o andamento dos trabalhos atuais, haverá um período de 6 meses estipulado para o desligamento gradual. Atualmente, diversos setores, como o próprio Departamento de Guerra, usam os produtos da Anthropic em diferentes níveis operacionais. A janela de tempo servirá para uma complexa transição tecnológica dentro do governo.
Apesar dos longos 6 meses de respiro concedidos aos órgãos públicos, o tom de forte ameaça e de retaliação direcionado à desenvolvedora permaneceu evidente. “Não precisamos dela, não queremos e não vamos mais fazer negócio com essa empresa!”, enfatizou com firmeza o líder, deixando muito claro o rompimento definitivo e irreversível das relações comerciais bilionárias entre as duas partes.
O presidente também exigiu publicamente que a companhia de inteligência artificial colabore ativamente com a delicada retirada dos seus sistemas. “É melhor a Anthropic se ajeitar e colaborar durante esse período de transição, senão vou usar todo o poder da presidência para obrigá-los a cumprir, com graves consequências civis e criminais”, alertou o chefe do executivo, acendendo um sinal de alerta no mercado tech.
O evento inédito estabelece um paradigma complexo sobre a convivência entre as empresas de inovação e as Forças Armadas. Encerrando seu contundente decreto na rede social, o presidente cravou a sua posição de poder final: “Nós vamos decidir o destino do nosso País — não uma empresa de IA radical de esquerda, fora de controle, dirigida por gente que não faz a menor ideia de como é o mundo real”.




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