Ghost in the Shell, clássico lançado em 1995 e baseado no mangá de Masamune Shirow, acaba de ter um novo trailer divulgado, confirmando detalhes inéditos sobre o visual, o tom narrativo e o período de estreia do remake produzido pelo estúdio Science SARU.
A nova versão, intitulada The Ghost in the Shell, promete revisitar o universo cyberpunk da obra com uma abordagem mais próxima do material original dos quadrinhos.
Produção aposta em fidelidade ao mangá de Masamune Shirow
Ambientada no ano de 2029, a história acompanha a Major Motoko Kusanagi, uma agente ciborgue de elite que atua em operações de segurança de alto risco. Ao mesmo tempo em que enfrenta ameaças tecnológicas, a personagem lida com questionamentos sobre identidade, consciência e a relação entre mente e corpo, temas centrais da franquia desde sua criação.
Segundo as informações reveladas no trailer, o remake apresenta uma estética mais fiel ao mangá, com traços mais expressivos, paleta de cores vibrante e animação tradicional, evitando o uso intenso de computação gráfica — caminho diferente do adotado por Ghost in the Shell: SAC_2045.
Trailer confirma estreia mais cedo do que o esperado
O novo trailer indica que The Ghost in the Shell chega em julho, antecipando o retorno da franquia às telas. O material também exibe os designs finais de personagens icônicos, como Batou, Ishikawa e Daisuke Aramaki.
O estúdio Science SARU, conhecido por produções como Dandadan e Devilman Crybaby, vinha mantendo sigilo sobre o projeto até o vazamento de imagens no fim de janeiro. Pouco depois, a Bandai Namco divulgou oficialmente o trailer completo.
Confira:
Nova adaptação traz tom mais próximo da obra original
Diferente do filme de 1995, conhecido pelo ritmo mais contemplativo, o remake aparenta adotar uma narrativa mais dinâmica, refletindo melhor o espírito do mangá, que mescla ficção científica, ação e momentos de humor pontual.
Apesar da mudança estética, elementos fundamentais permanecem presentes, incluindo temas filosóficos, reflexões sobre tecnologia e a sexualização simbólica da protagonista — aspectos que já estavam no material original e ajudaram a consolidar a franquia como referência cultural.
Com quase três décadas de remakes, sequências e spin-offs, Ghost in the Shell segue relevante ao revisitar previsões tecnológicas feitas ainda no fim dos anos 1980. A nova adaptação chega em um momento em que o debate sobre inteligência artificial, identidade digital e corpos artificiais está mais atual do que nunca.






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