John Boyega, o Finn de ‘O Despertar da Força’, critica rumos da nova trilogia de ‘Star Wars’

Andre Cananea

Durante sua participação na Florida Supercon 2025, em Miami, John Boyega não poupou críticas às escolhas criativas da trilogia mais recente de Star Wars. O ator, que interpretou Finn em O Despertar da Força, Os Últimos Jedi e A Ascensão Skywalker, respondeu a uma pergunta do público sobre como teria conduzido a saga caso fosse produtor desde o início.

De acordo com o Popverse, Boyega afirmou:

Se eu fosse produtor de Star Wars desde o começo, você teria algo completamente diferente. Seria louco. Primeiro de tudo, não estaríamos nos livrando de Han Solo, Luke Skywalker, todas essas pessoas. Não faríamos isso. A primeira coisa seria cumprir a história deles, o legado deles. Teríamos um bom momento de passagem do bastão.

Boyega também criticou o nível de poder dos novos protagonistas, alegando que eles foram retratados de forma “apelona”:

Nossos novos personagens não seriam OP [overpowered]. Eles não iriam simplesmente pegar as coisas e já saber o que fazer. Não. Eles teriam que lutar, como todos os outros personagens da franquia. Eu faria isso.

Além disso, o ator revelou que buscaria inspiração no universo expandido da saga:

Eu olharia para as histórias da Velha República e veria o que poderíamos acrescentar na continuação. Com certeza gostaria de ver coisas de The Force Unleashed. Tentaria expandir o universo Star Wars o máximo possível, sempre respeitando o cânone.

O momento mais crítico veio quando John Boyega comentou o arco de Luke Skywalker em Os Últimos Jedi:

Luke Skywalker não estaria desaparecendo em uma pedra. De jeito nenhum. Ficando lá como um projetor? Eu teria dado muito mais para esses personagens.

Com isso, o intérprete de Finn reforça um debate que já vem dividindo fãs desde o lançamento da nova trilogia, reacendendo a discussão sobre a fidelidade ao legado da saga e a forma como os novos heróis foram desenvolvidos.

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