Enquanto Taylor Swift ralou para comprar seu catálogo de volta, em acordo histórico, Britney Spears vende seu catálogo musical à editora Primary Wave por um valor estimado em US$200 milhões, cerca de R$1bilhão, incluindo hits que marcaram sua carreira e uma geração inteira. Essa atitude da cantora causou um verdadeiro alvoroço na indústria musical. De acordo com informações de bastidores, a cantora negociou seu catálogo com a editora Primary Wave por um valor estimado em 200 milhões de dólares. Embora o montante exato não tenha sido revelado oficialmente, especialistas afirmam que o contrato segue os moldes de negociações feitas por astros como Justin Bieber. Certamente, essa movimentação financeira garante o futuro da artista, mas gera muitas dúvidas entre os fãs sobre o que acontecerá com as apresentações ao vivo daqui para frente.
Diferente do caso conturbado de Taylor Swift, que lutou para recuperar suas master recordings, Britney optou por vender voluntariamente suas composições. O pacote inclui cem por cento das obras escritas pela artista, além de arquivos físicos, digitais e até as famosas stems (arquivos de áudio que separam uma faixa musical em subgrupos – geralmente bateria, baixo, melodia/instrumentos e vocais), que são as faixas separadas de cada instrumento. Por outro lado, o contrato protege a imagem da cantora, já que o uso do seu nome para finalidades além da promoção do catálogo exige aprovação prévia por escrito.
O futuro das performances ao vivo de Britney Spears
Muitos admiradores ficaram preocupados se a loira perderia o direito de interpretar sucessos como Toxic ou Baby One More Time nos palcos. Contudo, o contrato foca na transferência de direitos econômicos e autorais, o que não impede Britney de realizar shows, turnês ou residências em Las Vegas. Na verdade, é uma prática comum no mercado que o artista continue performando suas obras mesmo após vender a administração financeira das composições para grandes empresas.
Não há cláusula ou menção no contrato que impeça Britney de performar suas músicas, isso porque apenas direitos econômicos e autorais foram transferidos à Primary Wave.
Visto que a artista ainda mantém o controle de suas redes sociais e site oficial, ela continua tendo total autonomia sobre sua comunicação com o público. Além disso, a venda de catálogos se tornou uma tendência lucrativa entre lendas da música como Shakira, Katy Perry e o grupo Red Hot Chili Peppers. Portanto, os fãs podem ficar tranquilos, pois a voz de uma geração ainda possui liberdade total para brilhar em qualquer tipo de tributo ou evento especial que desejar.
A nova era dos negócios musicais
A venda bilionária representa uma mudança estratégica na carreira de Britney, permitindo que ela desfrute de uma fortuna imediata enquanto a Primary Wave gerencia os lucros de longo prazo. Afinal, as músicas da artista continuam gerando milhões de dólares anualmente através de reproduções em plataformas digitais, filmes e comerciais de televisão. Desse modo, a cantora garante um descanso merecido após anos de batalhas judiciais intensas sobre sua tutela, focando agora em sua vida pessoal e novos projetos criativos.
Prepare o seu fone de ouvido para maratonar os discos da estrela e celebrar essa nova fase de liberdade financeira e artística da nossa eterna Britney. E você, qual música do catálogo dela acredita que seja a mais valiosa de todas as quarenta faixas vendidas recentemente? Compartilhe este artigo com seus amigos que amam cultura pop e fiquem de olho nas próximas novidades da carreira da cantora agora mesmo!
Fontes: BBC/Forbes/The New York Times






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