A espera está quase acabando para os fãs de uma das séries mais eletrizantes da Netflix. O fenômeno de audiência O Agente Noturno retorna à plataforma de streaming com episódios inéditos no dia 19 de fevereiro, trazendo a aguardada terceira temporada. A produção de espionagem e ação, protagonizada pelo carismático Gabriel Basso, promete iniciar uma fase totalmente nova e ainda mais perigosa para o personagem Peter Sutherland.
Se você precisa refrescar a memória antes de mergulhar na nova maratona, ou se quer entender todo o hype em torno da série, preparamos um guia definitivo. Vamos relembrar os eventos cruciais que transformaram um atendente de telefone no porão da Casa Branca em uma peça-chave para a segurança nacional dos Estados Unidos.
A ligação que mudou tudo na 1ª temporada

Tudo começou com um telefone tocando em uma sala sem janelas. Peter Sutherland, um agente do FBI de baixo escalão, monitorava uma linha de emergência que nunca tocava, até a noite em que Rose Larkin (Luciane Buchanan) ligou. A jovem empreendedora estava em fuga após ver seus tios serem brutalmente assassinados e receber a instrução de discar aquele número específico, alertando sobre um traidor no governo.
Ao decidir proteger Rose, Peter descobriu que os tios dela faziam parte do Programa Agente Noturno. A investigação da dupla revelou uma conspiração liderada pelo Vice-Presidente Ashley Redfield e pelo empresário Gordon Wick. O plano inicial envolvia assassinar o líder político Omar Zadar através de um atentado no metrô, mas, quando isso falhou, o alvo mudou para a própria Presidente Michelle Travers.
O golpe mais duro veio de dentro: Diane Farr, mentora de Peter e Chefe de Gabinete, estava envolvida no encobrimento para proteger a presidência de um escândalo. No clímax da temporada, Peter salvou a vida da Presidente em Camp David e teve seu nome limpo. Como recompensa, ele foi promovido a Agente Noturno de campo, despedindo-se de Rose para assumir sua primeira missão internacional.
Conspirações globais e o Projeto Dedaleira na 2ª temporada

A segunda temporada elevou o nível de tensão, começando com Peter já em ação e sofrendo com a morte de sua nova parceira, Alice, na Tailândia. O que parecia ser a ação de um espião dentro da Ação Noturna revelou-se algo muito maior: o Projeto Dedaleira. Tratava-se de um programa extinto da CIA focado no desenvolvimento de armas químicas letais, como o agente KX.
A trama se complicou quando o General Viktor Bala, buscando vingança por ter sido abandonado pelos EUA, utilizou o KX como ameaça. No entanto, o verdadeiro jogo de poder estava nos bastidores políticos. O vilão Governador Hagan manipulou os eventos para garantir sua ascensão à presidência, com a ajuda do bilionário e corretor de inteligência Jacob Monroe.
Infelizmente, as ações de Peter, incluindo o roubo de documentos da ONU, acabaram ajudando inadvertidamente Hagan a vencer a eleição. O final da temporada deixou nosso herói em uma posição delicada: um agente em desgraça, encarregado por Catherine Weaver de se infiltrar na operação de Monroe.
O que esperar da 3ª temporada

Agora, a situação é crítica. O novo Presidente dos Estados Unidos, Hagan, é essencialmente um vilão controlado ou em conluio com interesses obscuros. O criador da série, Shawn Ryan, já adiantou que o dilema de Peter será moral: a quem um agente deve ser leal quando o inimigo está sentado no Salão Oval? A lealdade deve ser ao homem no poder ou à instituição e ao país?
Com Peter seguindo passos perigosamente similares aos de seu pai — que atuou como agente duplo —, a terceira temporada promete explorar as consequências de escolhas difíceis. A caçada contra inimigos internos e externos recomeça em 19 de fevereiro.
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