O novo capítulo da franquia de survival horror da Capcom, ‘Resident Evil Requiem’, está a apenas 1 mês de seu lançamento oficial, prometendo uma imersão profunda em Raccoon City. A produção traz o retorno do protagonista Leon Kennedy, que divide os holofotes com a novata Grace Ashcroft em uma estrutura narrativa que explora perspectivas distintas de jogabilidade.
O título se destaca por oferecer uma experiência híbrida, permitindo que os jogadores alternem entre a visão em primeira pessoa e a clássica terceira pessoa. Essa dualidade não se limita apenas à câmera, mas reflete diretamente na forma como cada personagem interage com o ambiente devastado pelo surto biológico.
Diversos portais e criadores de conteúdo divulgaram recentemente prévias detalhadas que ilustram como essas duas jornadas se entrelaçam nos mesmos cenários, porém em momentos cronológicos diferentes. Enquanto Leon Kennedy é apresentado como um especialista em combate e uma força dominante em meio ao apocalipse, Grace Ashcroft assume um papel mais contido e vulnerável.
A dinâmica de jogo para Grace foca na sobrevivência por meio da cautela, destacando seu medo diante das ameaças, embora mantenha uma vontade inabalável de permanecer viva durante os eventos catastróficos.
Essa diferença de abordagens transforma ‘Resident Evil Requiem’ em uma experiência que se assemelha a 2 jogos distintos dentro de um único pacote de software. No controle de Grace, o jogador enfrenta um inventário reduzido e uma clara falta de experiência militar, o que torna impossível derrotar os inimigos mais robustos do game.
A jornada dela é pautada pela investigação e pelo uso do combate apenas como o último recurso disponível para a progressão na história. Cada porta aberta e cada esquina exigem um pensamento estratégico do jogador para evitar confrontos diretos.

Em contraste absoluto, as seções de Leon são descritas pelo portal Xbox Wire como barulhentas e diretas, servindo como uma mudança de ritmo necessária após os momentos de tensão com a personagem feminina.
O agente utiliza um arsenal variado que inclui serras elétricas, machados e golpes físicos letais para eliminar as hordas de mortos-vivos com eficiência. Leon Kennedy também mantém sua característica personalidade forte, entregando frases de efeito enquanto destrói oponentes que seriam letais para Grace, consolidando seu status de veterano em combate biológico.
A mecânica de exploração em tempos diferentes permite que o jogador veja as consequências das ações de um personagem refletidas na trajetória do outro dentro da cidade.
Esse modelo de narrativa compartilhada já foi explorado em títulos anteriores da série, mas ganha um novo fôlego com as mudanças de perspectiva técnica adotadas pela equipe de desenvolvimento. A alternância entre o terror psicológico de Grace e a ação visceral de Leon busca equilibrar a experiência de jogo para atender a diferentes perfis de fãs de games.
A Capcom busca, com este lançamento, revitalizar a atmosfera sombria de Raccoon City ao mesmo tempo em que introduz mecânicas de inventário e movimentação que desafiam a habilidade do público.
Com a proximidade da data de estreia, a expectativa em torno de como a primeira pessoa afetará a imersão nos trechos de Grace continua a crescer entre a comunidade. O contraste entre a fragilidade investigativa e o poder de fogo de Leon define a identidade de ‘Resident Evil Requiem’ como um retorno sólido e diversificado às raízes da marca de terror.
Segundo o relato da Xbox Wire, as partes protagonizadas pelo herói clássico são uma forma de alívio após o estresse metodológico imposto pela jornada de sobrevivência da nova protagonista. A promessa é de um título que respeita o legado da franquia enquanto experimenta novas formas de contar uma história de horror sob múltiplos ângulos. O lançamento está programado para todas as principais plataformas, consolidando 2026 como um ano chave para os entusiastas do gênero que buscam novas camadas de complexidade em narrativas de zumbis.




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