‘Windows 11’ de cara nova: Microsoft inicia faxina no visual do sistema

Cheyna Corrêa

Parece que a Microsoft finalmente decidiu encarar o espelho e resolver aquelas inconsistências visuais que perseguem os usuários há anos. Em pleno 2026, a gigante da tecnologia começou a detalhar uma verdadeira “faxina” no Windows 11, prometendo aposentar de vez os vestígios de versões antigas que ainda teimam em aparecer. O diretor de design, March Rogers, usou as redes sociais para mostrar que o foco agora é transformar o sistema em algo refinado, coerente e, acima de tudo, moderno.

O fim dos fantasmas do passado no sistema

A intenção da empresa é entregar uma experiência visual 100 por cento nativa, eliminando de uma vez por todas aqueles elementos que ainda lembram o visual do Windows 8. Para March Rogers, o trabalho atual é focado em clareza. Isso inclui o redesenho de páginas essenciais e a atualização de diálogos para que o modo escuro funcione de maneira uniforme em todo o software. A ideia é que o usuário não sinta que mudou de sistema operacional ao abrir uma janela de configuração mais profunda.

Confira as principais áreas que estão recebendo atenção especial nesta nova fase de atualizações:

Menu Iniciar

O coração da experiência do usuário passará por melhorias incrementais focadas em desempenho e confiabilidade. A ideia não é uma mudança radical de layout, mas garantir que ele seja extremamente ágil e livre de pequenos engasgos que ainda incomodavam alguns perfis de hardware.

Aplicativo de Configurações

As páginas foram redesenhadas para oferecer maior clareza visual. Além disso, os diálogos agora suportam totalmente o modo escuro e o Narrador foi integrado ao Copilot em todos os dispositivos, facilitando a acessibilidade com o uso de inteligência artificial.

Explorador de Arquivos

A meta aqui é eliminar falhas de UX (experiência do usuário) e melhorar drasticamente a confiabilidade da busca interna. O sistema também trará configurações de caneta aprimoradas e uma renomeação para a função de digitação por voz, tornando o uso mais intuitivo.

Desempenho e busca como prioridades absolutas

Um ponto sensível nessa transição continua sendo o antigo Painel de Controle. Embora a Microsoft deseje encerrar essa etapa legada o quanto antes, March Rogers ressaltou que a mudança precisa ser feita com cautela. O setor corporativo ainda depende de muitos drivers e dispositivos que conversam exclusivamente com essa interface defasada, e qualquer erro na migração poderia “quebrar” fluxos de trabalho essenciais em milhares de empresas pelo mundo.

Mesmo com esse cuidado, o objetivo final é um sistema que não pareça um “Frankenstein” de interfaces. O próximo grande passo será garantir que o Explorador de Arquivos tenha uma busca que realmente funcione de forma instantânea e sem erros de carregamento. Com a inteligência artificial do Copilot cada vez mais presente, a coerência visual se torna o pilar para que o Windows 11 se mantenha competitivo e agradável visualmente para os novos dispositivos de 2026.

Você ainda utiliza o antigo Painel de Controle por necessidade ou já conseguiu migrar totalmente para a nova página de Configurações do Windows 11?

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