O intérprete de Superman usou uma analogia certeira para vender o próximo longa do DCU. Em declarações reproduzidas pelo ComicBookMovie, David Corenswet afirmou que Superman: Homem do Amanhã lembra a abertura de Star Wars: O Império Contra-Ataca.
O reencontro que arrepia
O raciocínio de Corenswet parte da experiência de espectador. Ele conta que, toda vez que revê o clássico de 1980, vibra ao reencontrar os protagonistas depois de um tempo longe deles.
A coisa em que pensei foi na abertura de O Império Contra-Ataca e em como, toda vez que assisto àquele filme, fico muito empolgado quando você reencontra Luke, Han e Leia.
Vínculos mais firmes, riscos maiores
Em seguida, o ator explica o que a comparação significa na prática. Os personagens chegam à sequência mais sólidos, mas é justamente essa estabilidade que a trama pretende ameaçar.
Eles passaram por mais coisas nesse intervalo. Então, em Homem do Amanhã, encontramos todos nessas situações mais sólidas e estabelecidas, mas é óbvio que as apostas são de que essas coisas serão postas em risco.
A leitura é que o diretor e roteirista James Gunn quer aprofundar as relações, em especial a de Superman com Lex Luthor, vivido por Nicholas Hoult, e a de Clark Kent com Lois Lane, interpretada por Rachel Brosnahan.

Maturidade já havia sido citada
O comentário combina com outra fala recente do ator. Como o Ei Nerd noticiou, ele disse ao Entertainment Tonight que os personagens estão mais maduros e que a história vai mergulhar um pouco mais fundo neles, além de brincar com o desafio de encarar Hoult na armadura de guerra.
Além disso, James Gunn já indicou que a trama transcorre quase em tempo real. Conforme a cobertura do Ei Nerd sobre a linha do tempo, isso coloca a continuação cerca de dois anos depois de Superman, com Lex preso e disposto a se aliar ao herói contra Brainiac, papel de Lars Eidinger.
O capítulo do meio sem o peso do meio
A comparação cria uma expectativa bem concreta. O Império Contra-Ataca é lembrado por elevar os riscos sem perder o carisma do elenco, e Corenswet sugere que Gunn quer repetir a receita: personagens que o público já ama, só que testados de verdade.
Para os fãs, o prognóstico é animador, pois promete emoção e consequências. Para a DC Studios, o desafio é equilibrar o tom mais sério com o espírito luminoso que marcou o primeiro filme. A estreia está marcada para 9 de julho de 2027, e só então veremos se o paralelo com a saga de George Lucas se sustenta.






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