Diddy leva a pior em briga na prisão e vai parar no hospital com traumatismo craniano

Luiz Gustavo Gonçalves

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O rapper Sean “P. Diddy” Combs sofreu um traumatismo craniano depois de se envolver em uma briga dentro da prisão federal de Fort Dix, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. O incidente aconteceu na sexta-feira, 9 de outubro de 2026, e, pelo jeito, a vida de regalias não está sendo tão tranquila quanto parecia.

Regalias, revistas e um desentendimento com o Dudus

De acordo com informações divulgadas pelo TMZ e pela People, tudo começou com um desentendimento com o traficante jamaicano Christopher Coke, o “Dudus”. Só que o caldo já vinha esquentando: outros detentos teriam ficado irritados depois que notícias sobre supostos privilégios e regalias que o Diddy estaria recebendo na cadeia ganharam repercussão. O resultado foi uma onda de revistas gerais e apreensão de celulares nas celas, o que, convenhamos, não deve ter rendido muitos amigos.

Ou seja, a fama de “tratamento VIP” parece ter cobrado a conta de um jeito bem pouco glamouroso. Não é a primeira vez que a rotina dele na prisão dá o que falar: em setembro, ele já havia sido envolvido em um relato de briga com outro detento. Pelo visto, o ambiente não anda tão acolhedor quanto nas festas de antigamente.

Hospital, alta no mesmo dia e castigo no confinamento

Devido à gravidade do ferimento na cabeça, o rapper foi levado às pressas, de ambulância, para um hospital externo na madrugada de sábado (10 de outubro). A boa notícia (para ele) é que fontes ligadas ao caso confirmaram que a lesão não representou risco de vida, e ele recebeu alta e voltou ao complexo prisional no mesmo dia. Segundo as autoridades, ele estava consciente e falando quando retornou à prisão.

E a história não termina com o curativo: como consequência do confronto, ambos os detentos foram punidos e isolados na Unidade de Habitação Especial, o confinamento solitário, onde devem ficar por cerca de duas semanas. Para quem foi condenado a quatro anos e dois meses de prisão, pelo menos agora ele tem algo que a cadeia comum raramente oferece: silêncio e muita privacidade

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