Madara Uchiha ganhou uma homenagem inesperada no mundo do rap! A música ‘MADARA’, lançada em 9 de outubro de 2026, reúne Eminem, o rapper EZ Mil, o artista japonês Hideyoshi e Neil Kaplan, dublador do lendário vilão de ‘Naruto’ na versão em inglês do anime. E não estamos falando apenas de uma referência jogada no título: a faixa incorpora a voz do próprio intérprete de Madara e aposta em uma atmosfera sombria inspirada no personagem.
Apesar de muita gente associar o lançamento diretamente a Eminem, a música é uma colaboração com EZ Mil, rapper filipino-americano contratado pela Shady Records. Eminem participa com um verso inteiro e também aparece nos créditos de coprodução. A faixa marca ainda seu primeiro verso inédito de rap em 2026, tornando essa mistura de hip-hop e anime um lançamento especialmente curioso para fãs dos dois universos.
MADARA traz o dublador do vilão de Naruto e um rapper japonês
Um dos detalhes mais legais da música aparece antes mesmo de Eminem começar a rimar: Neil Kaplan, a voz inglesa de Madara Uchiha, faz uma introdução falada com o tom imponente do personagem. É uma participação que conecta diretamente a faixa ao anime, trazendo para a música a presença ameaçadora de um dos antagonistas mais marcantes da obra. Para quem acompanha ‘Naruto’, reconhecer aquela voz já é motivo suficiente para prestar atenção.
A colaboração também conta com Hideyoshi, rapper de Tóquio que participa do refrão, acrescentando versos em japonês à faixa. EZ Mil, que cresceu assistindo a ‘Naruto’, ajudou a construir a música em torno da personalidade arrogante, intimidadora e impossível de derrotar de Madara. O resultado combina inglês, japonês e referências ao universo dos ninjas em uma colaboração que aproxima a cultura do anime da cena internacional do rap.
Eminem resgata a energia de Slim Shady em música inspirada em Madara
A participação de Eminem vai além de emprestar seu nome ao lançamento. Seu verso aposta em rimas rápidas, jogos de palavras e uma postura provocadora, com uma entrega que lembra a energia de sua fase clássica como Slim Shady. Na letra, o rapper aborda sua resistência às críticas e sua posição na indústria musical, construindo uma imagem de alguém que não pretende ser derrubado pelos adversários — uma ideia que combina com a reputação de Madara dentro de ‘Naruto’.
A música chegou às plataformas digitais acompanhada de um lyric video inspirado visualmente no universo de ‘Naruto’. Assim, a referência ao personagem não fica restrita às rimas: ela também aparece na apresentação do lançamento. Para conferir a faixa, basta acessar o vídeo oficial de ‘MADARA’ no YouTube. A colaboração mostra como uma paixão de EZ Mil pelo anime acabou virando uma música que reúne o próprio Eminem, um rapper japonês e a voz inglesa de um dos maiores vilões da obra.

MADARA pode ser uma indireta de Eminem para Machine Gun Kelly
Mas a conexão com ‘Naruto’ não foi a única coisa que chamou a atenção dos fãs. Uma das linhas de ‘MADARA’ foi uma possível provocação a Machine Gun Kelly (MGK), antigo rival de Eminem. No verso de abertura, EZ Mil dispara: “Hey, all of a sudden you wack spitters wanna rap like you been in a dojo / I can’t picture you tryna scrap in no tux, but you wanna personify Gojō?” – Em português, a ideia é mais ou menos esta:
Ei, de repente vocês, rimadores fracos, querem rimar como se tivessem treinado em um dojo / Não consigo imaginar vocês tentando brigar de smoking, mas querem personificar o Gojo?
A teoria ganhou força porque, em julho de 2026, MGK lançou ‘JJK’, uma música com o rapper japonês Yuki Chiba recheada de referências a ‘Jujutsu Kaisen’, incluindo menções diretas a Gojo e suas habilidades.
Como a rivalidade entre Eminem e MGK já teve capítulos famosos, incluindo as faixas ‘Rap Devil’ e ‘Killshot’, alguns fãs entenderam o verso de EZ Mil como uma alfinetada no rival por também apostar na estética dos animes.
Até agora, porém, não há confirmação de que a linha tenha sido escrita como um ataque direto a MGK. A conexão faz sentido para parte do público, mas continua sendo uma interpretação da comunidade — e não uma diss oficialmente confirmada.






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