O episódio mais recente de Lanternas revisitou os passos de Hal Jordan em Rushville após sua soltura da prisão, e um detalhe específico dessa investigação está deixando os fãs de cabelo em pé: o que exatamente Hal escondia dentro de um misterioso cofre guardado num depósito da cidade?
Um depósito que reacende uma pista antiga
John Stewart e a xerife Kerry Kane refazem o último trajeto de Hal antes de sua morte, o que os leva até a chamada Fortaleza de Armazenamento, um depósito onde ele mantinha escondido um único item: uma caixa misteriosa descrita como um cofre. Com o sétimo episódio se aproximando, uma pergunta domina as teorias dos fãs: afinal, o que há dentro dessa caixa?
Esse cofre funciona como um belo gancho para uma cena já vista no episódio 2 de Lanternas, quando John foi até a casa de Hal buscar sua bateria de anel de poder. O “cofre” de Hal, na ocasião, revelou-se um portal para uma dimensão de bolso, onde ele guardava tudo que queria esconder do mundo. A suposição inicial é que esse novo cofre seja o mesmo tipo de mecanismo, senão o mesmo objeto.
Uma bateria reserva escondida de todos
Hal Jordan sempre foi extremamente hábil em se virar sozinho, o que o tornava um Lanterna Verde muito competente: ele sabia truques baratos, como bater o anel descarregado contra uma superfície para arrancar 5% de carga, além de manipular pessoas e situações para conseguir pistas e vantagens táticas.
Não seria surpresa nenhuma se ele tivesse uma bateria reserva escondida, seja roubada de outro Lanterna ou recuperada secretamente de Oa. O objetivo seria decisivo: carregar um anel sem depender da autorização dos Guardiões, exatamente o que John precisa agora, com o assassinato de Hal sem solução, Sinestro solto e outra possível ameaça alienígena à espreita.

Evidências de outra ameaça alienígena
Talvez o conteúdo do cofre não seja um objeto físico, mas sim toda uma investigação. Supondo que se trate mesmo de outra dimensão de bolso, Hal poderia estar usando aquele espaço como base de operações para continuar investigando o que realmente aconteceu em Rushville em 2016, e se o legado do Caçador de fato terminou ali.
É bem possível que Hal circulasse publicamente pela cidade fazendo as pazes com os moradores, enquanto secretamente observava sinais de influência alienígena remanescente. Caso tenha descoberto algo, faz sentido que tenha escondido essa informação de todo mundo, já que ele claramente não confiava em ninguém em Rushville por completo, nem mesmo em Kerry, a ponto de fazer John jurar segredo sobre o último encontro dos dois numa lanchonete.
Um portal para outro lugar qualquer
Uma das imagens mais curiosas do trailer da metade final da temporada mostra John Stewart e Hal Jordan, ou o “Halograma”, caminhando pelo terreno desértico de um planeta com tons amarelados. Onde fica esse lugar e por que os dois estão lá seguem sendo grandes perguntas, mas a dúvida mais interessante talvez seja outra: como eles chegaram até ali?
Faria sentido Hal ter transformado uma dimensão de bolso, pensada só para armazenamento, num sistema de portais próprio, entrando por uma porta e sabendo sair por outras ligadas a diferentes lugares, técnica parecida com a que Lex Luthor usou em Superman para se deslocar instantaneamente e esconder sua prisão secreta.
Dada a relação próxima entre Hal e Sinestro, é bem possível que ele tivesse uma “porta dos fundos” só para visitar o antigo mentor, e um planeta como Qward poderia muito bem ser esse destino, o mesmo lugar onde Sinestro desbloqueia um poder do medo capaz de rivalizar com os próprios Lanternas Verdes. Os dois, afinal, foram presos por suas próprias ações enquanto Lanternas, e podem ter reatado essa relação através do desprezo compartilhado pelos Guardiões.
Vale lembrar que a especulação sobre quem poderia assumir o manto de Hal Jordan nas telas já rendia discussão bem antes da estreia da série, como quando o astro de Deuses Americanos chegou a ser cotado para viver o papel num projeto anterior de Lanterna Verde, ou quando até Tom Cruise apareceu entre os nomes especulados para o herói tempos atrás.






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