Com o fim da primeira temporada, o DCU já tem uma pequena tropa de Lanternas Verdes confirmados, e nem todos podem ser vistos em cena. Até agora, existem os seguintes membros (e não membros) da tropa:
Quem já tem rosto no universo
O primeiro nome é Hal Jordan, vivido por Kyle Chandler. Ele atuou por duas décadas no Setor 2814 e abandonou a rotina após os eventos de Rushville. Na sequência vem John Stewart, de Aaron Pierre, que acabou como Lanterna independente da Terra e, como o Ei Nerd analisou ao questionar se ele foi confirmado no cargo, vira peça central do futuro da franquia.

Já Guy Gardner, interpretado por Nathan Fillion, abriu o caminho. Ele estreou em Superman, sob direção de James Gunn, e voltou na série. Em matéria sobre o encontro entre Guy e John, o Ei Nerd lembrou que o personagem se tornou um dos mais recorrentes das produções da DC Studios, inclusive em Pacificador.

Sinestro, ex-integrante da Tropa, completa o time dos que aparecem. Ele prepara o terreno para a origem dos Lanternas Amarelos e, assim, funciona como a sombra da Tropa dos Lanternas Verdes.

Os que só ganham menções
Alguns heróis, porém, só são citados. Abin Sur, antigo guardião do Setor 2814, morreu na Terra e nunca foi visto. Hal também menciona Ch’p ou B’dg, aliens do planeta H’lven, e chega a chamar um deles de esquilo, uma referência clara aos quadrinhos.

Por fim, aparece o maior de todos: Mogo não é humanoide, e sim um planeta inteiro que serve como um Lanterna Verde. Ele é literalmente grande demais para aparecer na série, por ser… bem, um planeta inteiro.

Portanto, o personagem segue como promessa para um eventual filme ou uma temporada com orçamento de cinema. Aliás, o criador Damon Lindelof indicou, como registrou o Ei Nerd, que a segunda temporada já estaria sendo planejada, mas a HBO não anunciou renovação.
Um elenco cósmico em construção
A lista mostra que a DC Studios prefere plantar sementes a revelar tudo de uma vez. Para os fãs, a notícia é ótima, pois o universo ganha profundidade e promete surpresas. Entretanto, citar Mogo é uma coisa e financiar um planeta falante é outra. Se a produção quiser cumprir a promessa, terá de investir pesado em efeitos, e o mercado vai cobrar resultado.





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