A Múmia 4 ganha título oficial; saiba qual é

Andre Luiz

Publicidade

O nome do novo filme de A Múmia acaba de ser revelado: The Mummy: Book of the Dead (A Múmia: Livro dos Mortos, em tradução livre), até então tratado como A Múmia 4. A confirmação saiu na conta oficial da franquia no X, que ainda trouxe a nova data de estreia nos cinemas.

A postagem funciona como contagem regressiva de um ano para a chegada do longa. A data, portanto, é 15 de outubro de 2027, e chama atenção porque o Ei Nerd noticiou, em março, que a Universal confirmou a sequência direta com estreia prevista para 19 de maio de 2028. Se a nova informação for mantida, o lançamento teria sido antecipado em cerca de sete meses.

Quem volta ao Egito

A lista de retornos reúne Brendan Fraser como Rick O’Connell, Rachel Weisz como Evelyn O’Connell, Oded Fehr como Ardeth Bay e Kevin J. O’Connor como Beni Gabor. A grande surpresa é Arnold Vosloo, de volta como Imhotep, personagem que morreu nos filmes anteriores.

A direção ficou com Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, da dupla Radio Silence, conforme o Ei Nerd apresentou na cobertura do projeto, com roteiro de David Coggeshall. O site também lembrou os títulos brasileiros da saga, como A Múmia, O Retorno da Múmia e A Múmia: Tumba do Imperador Dragão.

Do que trata a história?

A trama segue sob sigilo, mas o subtítulo alimenta teorias. Pelo nome, o filme deve revisitar o Livro dos Mortos, o artefato central da aventura de 1999, e pode trazer personagens falecidos de volta. Esta é apenas uma leitura a partir do título, sem confirmação do estúdio.

Entre os fãs, a curiosidade já aponta para um detalhe em particular, lembrado por um usuário do X.

Estou curioso para ver como o Livro dos Mortos será recuperado, depois de aparentemente ter se perdido em Ahm Shere no fim de O Retorno da Múmia.

Recomeço e nostalgia

Reunir o elenco original e um vilão clássico é uma aposta clara na memória afetiva de quem cresceu com a franquia. Para os fãs, o título oficial e a data fixa reduzem a ansiedade e confirmam que o projeto saiu do papel.

Para a Universal, a escolha equilibra o apelo nostálgico com a chance de reaquecer uma marca que arrecadou mais de US$ 800 milhões nos dois primeiros filmes. O desafio será justificar a volta de Imhotep sem enfraquecer o final dos longas anteriores.

COMPARTILHE Facebook Twitter WhatsApp

Leia Também

ASSINE A NEWSLETTER

Aproveite para ter acesso ao conteúdo da revista e muito mais.

ASSINAR AGORA