Naruto: o ambicioso plano do live-action de Destin Daniel Cretton

Andre Luiz

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Os fãs de mangá e anime ganharam um novo motivo para sonhar, ou desconfiar. Um rumor sobre o live-action de Naruto, atribuído ao vazador Daniel RPK, sugere que a franquia poderia chegar a sete ou oito filmes caso o primeiro faça sucesso. A informação não tem confirmação oficial.

O que diz o suposto plano

Na versão do vazador, o modelo seguiria a lógica de Harry Potter. A primeira parte da obra original viraria uma trilogia, enquanto os eventos de Naruto Shippuden ocupariam de três a quatro longas.

Os relatos iniciais também apontam que o primeiro filme usaria como base o arco do País das Ondas. Ainda assim, trata-se de leitura de bastidor, sem aval do estúdio ou da equipe.

Quem está no comando

O diretor é Destin Daniel Cretton, conhecido por Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis e por Homem-Aranha: Um Novo Dia. O projeto é desenvolvido pela Lionsgate, e o roteiro tem a colaboração de Tasha Huo. O criador, Masashi Kishimoto, acompanha a produção de perto.

Reprodução/Naruto

Cretton já declarou que quer explorar o lado mais sombrio dos primeiros anos de Naruto, como relatou o Ei Nerd na cobertura sobre o que o diretor pensa do projeto. Uma busca global por elenco procura os três integrantes do Time 7, e as filmagens estão previstas para o período de janeiro a agosto de 2027, conforme o cronograma divulgado pelo Ei Nerd.

Será mesmo?

Há quem enxergue o plano com ceticismo. O filme ainda nem começou a ser rodado, o cineasta deve voltar ao universo do Homem-Aranha depois, e mudanças em personagens já incomodaram parte do público. Para ele, uma trilogia completa soaria bem mais realista do que uma saga de oito produções.

Nenhuma data de estreia foi anunciada. Com as filmagens previstas para 2027 e o volume de efeitos visuais, o Ei Nerd avalia que o lançamento dificilmente aconteceria antes de 2028.

Ambição alta, risco maior ainda

Uma saga longa agrada a quem quer ver a história completa na tela, algo raro em adaptações de anime em Hollywood. Por outro lado, planejar oito filmes antes do primeiro existir é uma aposta perigosa, porque qualquer tropeço de bilheteria derruba o cronograma inteiro.

Para a Lionsgate, o desafio é equilibrar fidelidade e novidade. Se acertar o tom, pode criar uma franquia duradoura. Se errar, repete um ciclo conhecido de adaptações que decepcionam os fãs. Por enquanto, o melhor caminho é tratar a história de sete ou oito filmes como especulação e aguardar notícias oficiais.

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