O capítulo mais recente de One Piece deixou claro que Zoro e Sanji estão a um passo de se igualar ao próprio Luffy em poder. Presos numa batalha dentro do arco de Elbaf contra os Cavaleiros de Deus, os dois braços direitos do capitão dos Chapéus de Palha precisam dominar o raríssimo Haki do Conquistador antes que seja tarde demais para seus companheiros de tripulação.
Elbaf coloca os dois sob pressão
Roronoa Zoro já havia mostrado lampejos acidentais dessa habilidade em confrontos anteriores, mas o capítulo 1193 finalmente o colocou numa situação em que ele precisa aprender a controlá-la de forma consciente. Caso não consiga, corre o risco não só de decepcionar a tripulação, como também de abrir espaço para que Sanji o ultrapasse em força.
Os Cavaleiros de Deus, enviados por Nerona Imu, tentam sequestrar as crianças gigantes de Elbaf nesse momento da trama: Sommers cuida de garantir um navio para fugir da ilha, enquanto Killingham lidera a captura dos pequenos. Zoro enfrenta Sommers, Sanji se encarrega de Killingham, e mesmo com o espadachim mostrando mais avanço no uso do Haki do Conquistador, o cozinheiro do bando também está, aos poucos, superando seus próprios traumas.
O cozinheiro pensa cada vez mais como um conquistador
O capítulo não mostrou muito do embate de Sanji, mas deixou evidente que ele está deixando de agir como um homem desesperado para pensar como alguém que realmente carrega a alma de um conquistador, termo usado dentro da obra para quem domina essa energia. Até o fim do arco de Elbaf, é bem provável que o antigo trio monstro, formado por Luffy, Zoro e Sanji, volte a ficar tão forte que Nami e Usopp não precisem entrar em combate direto com tanta frequência.
Enquanto Luffy tem as mãos ocupadas enfrentando praticamente um deus, Zoro e Sanji herdaram a missão de deter os imortais Cavaleiros, que pressionam os dois Chapéus de Palha a dominar o Haki do Conquistador de uma vez por todas. Caso consigam, os dois se juntam a Luffy entre os pouquíssimos personagens do universo de One Piece capazes de manejar uma das habilidades mais poderosas já vistas na obra de Eiichiro Oda.

Por que os poderes dos dois vilões preocupam tanto
Os dois Cavaleiros de Deus enfrentados por Zoro e Sanji em Elbaf carregam Akuma no Mi assustadoras e corpos praticamente indestrutíveis, turbinados pelo líder demoníaco da dupla, o Santo Nerona Imu. A capacidade de regeneração de ambos deixaria até o Wolverine, dos X-Men, com inveja, mas o ponto fraco que pode finalmente derrubá-los de vez ainda não foi revelado.
Vale lembrar que essa jornada rumo ao Haki do Conquistador não nasceu do nada: desde os primeiros confrontos de Luffy contra Kaido, quando o Imperador voltou com tudo para aterrorizar Wano no anime, ficou claro que dominar essa técnica seria essencial para qualquer um que quisesse se tornar Rei dos Piratas. A evolução da dupla também acompanha de perto o que a própria adaptação em live-action de One Piece vem tentando reconstruir arco a arco, como mostrou um vazamento recente sobre cenários da segunda temporada da série.
O que essa evolução significa para o desfecho da saga
Se Zoro e Sanji realmente dominarem o Haki do Conquistador antes do fim de Elbaf, a dinâmica da tripulação muda bastante: Nami, Usopp e outros membros ganham mais liberdade para atuar em outras frentes, enquanto o trio original volta a carregar o peso das batalhas mais decisivas. É uma boa notícia para quem sempre torceu pelos dois desde os tempos de East Blue, já que a rivalidade cômica entre o espadachim e o cozinheiro finalmente se transformaria em prova concreta de que ambos merecem estar ao lado de Luffy até o capítulo final da obra de Oda.





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