O novo filme de Ben Affleck chegou à Netflix como um thriller cheio de reviravoltas. Sobrevivência mistura sequestro, política suja e dilemas morais pesados. A seguir, este texto revela e explica tudo o que acontece no final. Atenção: a leitura traz spoilers completos do longa.
A reviravolta do sequestro
A trama acompanha Mark Kimball, um advogado rico que disputa a prefeitura de Los Angeles. Tudo desaba quando sequestradores exigem sete milhões de dólares pelo filho dele. A intermediária Dayle entra em cena e fica até com a escritura da casa como garantia. A vilã ganha vida nas mãos de Gillian Anderson, enquanto Kerry Washington vive a esposa Abigail.
No meio do caos, surge a grande reviravolta da história. Os criminosos acabaram levando a criança errada para o cativeiro. A vítima, na verdade, é Hector, filho de Ramon, um trabalhador imigrante.
O desfecho sangrento à beira do rio
Dayle apresenta três saídas: chamar a polícia, pagar o resgate ou eliminar os sequestradores. Mark escolhe a opção mais extrema das três. A troca acontece à beira de um rio, em uma cena cheia de tensão.
O capanga Rand mata os dois sequestradores ali mesmo. Um terceiro homem, então, atira em Dayle e em Rand. Ramon, que seguiu Mark escondido, mata o atirador e salva a vida do advogado.
Com Dayle à beira da morte, Mark pega o celular dela, cheio de gravações comprometedoras. Em seguida, ele some com os corpos e apaga os rastros do crime. A própria Kerry Washington resumiu o espírito sombrio do longa.
O filme não é sobre o vilão, é mais sobre o vilão que vive dentro de cada um de nós.
O herói, a eleição e o casamento
Mark mente que atirou no sequestrador e vira um herói aos olhos do público. A justiça lhe dá apenas um ano de condicional e serviço comunitário. Ramon, por sua vez, volta ao México com Cecilia e Hector, usando o dinheiro de Dayle.
No fim, Mark vence a eleição embalado pelo apoio dos eleitores latinos. Ele ainda insinua uma futura corrida à Presidência em uma entrevista. Nos bastidores, o casamento com Abigail sobrevive a uma traição e a muitas mentiras.
Os dois decidem seguir juntos, erguendo o que a atriz chamou de máscara compartilhada. O longa, afinal, nunca revela quem eram os sequestradores de verdade. Esse mistério deixa no ar o verdadeiro preço pago por Mark pela vitória.
Fora da tela, o filme também gerou conversa por um outro motivo. Ben Affleck admitiu ter usado inteligência artificial em várias etapas da produção. A escolha reacendeu o debate sobre o papel da tecnologia no cinema de hoje.
E você, faria a mesma escolha de Mark para salvar a própria pele?
Fontes: Netflix Tudum e What’s on Netflix.





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