Depois de meses de expectativa, as primeiras reações a Street Fighter chegaram às redes e desenham um quadro curioso: o clima é positivo, só que sem euforia generalizada. As impressões foram descritas como majoritariamente boas, mas longe de perfeitas.
Os mais animados
Entre os mais empolgados está Thomas Ellinidis, do One Take News, que foi ao ponto sobre a homenagem aos jogos.
Uma das maiores adaptações de videogame de todos os tempos!
Brandon Davis também se rendeu ao clima despretensioso e elogiou Ryu, Guile e Akuma.
Um momento divertido, bobo e destemido.
Já Daniel Baptista e Anthony Gagliardi, do The Movie Podcast, falaram em maior surpresa do ano e no filme que os fãs esperavam. Andrew J. Salazar o considera um sucessor melhor de Mortal Kombat (1995) do que as versões recentes, e Maude Garrett contou mais de 100 easter eggs.
O lado das ressalvas
Nem todo mundo saiu satisfeito. Bill Bria elogiou a estética, mas reclamou da narrativa.
Literalmente perde o fio da meada vezes demais.
Tessa Smith, do Mama’s Geeky, foi a mais dura e disse que a produção acaba fracassando, apesar da boa animação e das lutas. Dark Cassidy, por sua vez, apontou que o filme tem muitos problemas, entre eles o humor e as versões de Chun-Li e Bison.

O elenco que roubou a cena
Andrew Koji, como Ryu, e Noah Centineo, como Ken, recebem os maiores elogios, assim como Callina Liang e Cody Rhodes, o Guile. Parte do elenco, no entanto, foi considerada subaproveitada. A lista completa inclui Jason Momoa, David Dastmalchian, Orville Peck, 50 Cent, Roman Reigns e Eric André, sob a direção de Kitao Sakurai, que assumiu depois da saída de Danny e Michael Philippou.
Alguns comentários também citam o final abrupto, com uma cena de ação que alguns descrevem como isca para continuação. Chris Killian preferiu o tom debochado, que satiriza o machismo tóxico dos filmes dos anos 1980.
Ainda dá tempo de se preparar
O Ei Nerd lembrou que o roteiro precisou ser praticamente reescrito antes das filmagens, conforme Takayuki Nakayama, da Capcom. Já o clipe com Jason Momoa como Blanka mostrou o tom exagerado da adaptação, ambientada em 1993 e centrada em um torneio mundial. A estreia no Brasil é em 15 de outubro.
A mistura de elogios e ressalvas sugere um filme feito para quem joga, e não para quem espera uma obra redonda. Para os fãs, isso pode bastar. Para a Paramount, a Legendary e a Capcom, o desafio é converter o carinho em bilheteria e abrir caminho para uma sequência, algo que o final do filme parece sugerir.





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