O serviço de streaming Peacock confirmou que vai produzir uma série de Velozes e Furiosos, a primeira em formato live-action da história da franquia. O projeto tem previsão de estreia em 2028, e a notícia chega justamente quando a marca da Universal comemora 25 anos de existência.
A série ficará nas mãos de Mike Daniels e Wolfe Coleman. Daniels tem no currículo Sons of Anarchy e Shades of Blue, enquanto Coleman atuou como produtor executivo em 9-1-1: Lone Star. Ambos, portanto, já circularam por dramas policiais cheios de ação, território que combina bem com o universo de rachas, assaltos e lealdades familiares.
O que ainda é mistério
Por enquanto, os detalhes são escassos. Não há título oficial, elenco anunciado nem sinopse, e também não está claro como a história vai se conectar ao restante da cronologia. Aliás, a franquia já conta com outras produções animadas, e o novo projeto precisará mostrar o que o diferencia delas.
Entre essas produções está Fast & Furious: Spy Racers, desenho da Netflix em que um primo de Dominic Toretto é recrutado por uma agência do governo para se infiltrar em uma liga de corridas que serve de fachada para uma organização criminosa. A animação foi uma colaboração da Universal com a DreamWorks, e reunia, na dublagem em inglês, a filha de Vin Diesel, Similce Diesel.

Série e filme final no mesmo ano
A chegada do Peacock coincide com o encerramento da saga nos cinemas. O longa Velozes e Furiosos 11, dirigido por Louis Leterrier, tem estreia marcada para 17 de março de 2028. As filmagens começaram em julho de 2026, e a promessa é de um retorno às origens, com menos efeitos digitais e mais carros de verdade, como mostrou o início das gravações.
Com isso, os fãs terão a despedida da história principal e, em paralelo, uma porta aberta para novas histórias em outro formato.
O plano da Universal para a marca
A decisão indica que o estúdio não pretende deixar a franquia parada depois do último filme. Para o Peacock, o anúncio é um reforço de catálogo, já que o serviço precisa de títulos capazes de atrair assinantes. Para os fãs, a série pode ampliar o universo com personagens novos, longe da pressão de encerrar a trama dos Toretto.
Por outro lado, existe o risco de a marca se diluir se o projeto não tiver identidade própria. Resta saber como Daniels e Coleman vão equilibrar ação, família e velocidade em episódios de TV.





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