A fusão entre Warner Bros. e Paramount ganhou um trailer que serve de vitrine para o império que está nascendo. O material mostra, de forma enfileirada, as marcas que ficarão sob o guarda-chuva da Skydance, empresa de David Ellison, e, como relatou o ComicBookMovie, o acordo bilionário superou o último grande obstáculo e deve ser finalizado em breve.
Franquias e canais sob o mesmo comando
A lista de propriedades impressiona. Entre os títulos, aparecem Star Trek, Harry Potter, Transformers, Game of Thrones, Missão: Impossível, O Senhor dos Anéis e As Tartarugas Ninja, além da DC Comics. O conglomerado também teria direitos de distribuição de Duna, Minecraft e do MonsterVerse.
No lado da televisão e do streaming, Ellison comandaria TNT, CBS, CNN, MTV, Showtime, Adult Swim, Paramount+, Nickelodeon, HBO e HBO Max, Comedy Central e Cartoon Network, entre outros. O trailer, por sua vez, dá destaque ao universo DC, com o Superman de David Corenswet à frente.
O que se sabe sobre o acordo
A operação já vinha sendo desenhada havia meses. Em abril, os acionistas da Warner Bros. Discovery aprovaram a venda, como mostrou a cobertura do Ei Nerd sobre a aprovação, ainda dependente de autorizações regulatórias nos Estados Unidos e na Europa.
Já no plano dos serviços, Ellison afirmou em teleconferência que a ideia é juntar HBO Max e Paramount+, como detalha a matéria sobre a fusão dos streamings, com a HBO mantendo independência editorial sob Casey Bloys.
E a DC Studios?
James Gunn e Peter Safran seguem à frente da DC Studios, pelo menos de início, e a permanência deles estaria ligada ao desempenho de lançamentos como Cara-de-Barro e Superman: Homem do Amanhã. Essa condição aparece como relato, e não como declaração oficial.
Ao reunir tantos universos, a Skydance tenta se posicionar como uma gigante capaz de competir em qualquer frente. Para os fãs, o lado positivo é a possibilidade de ver franquias antes separadas dividirem estratégia e marketing. Já o risco é a concentração de poder e de decisões, com cortes de custos que podem afetar projetos menores. Para o mercado, a fusão sinaliza uma corrida por escala e por catálogo.





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