Se Habeas Corpus te prendeu pelos dilemas morais entre justiça e vingança, a Netflix reuniu uma lista de produções que seguem a mesma veia. São sete títulos jurídicos, entre séries, filmes e documentários, para maratonar depois do primeiro drama jurídico brasileiro da plataforma.
O fio que costura todas elas é o mesmo do drama nacional: o peso das decisões, o erro judicial e a linha tênue entre culpa e inocência. Se você já sabe como terminou a 1ª temporada, aqui vai o que assistir na sequência.
Séries e minisséries
Olhos que Condenam é a pedida mais direta. A minissérie de Ava DuVernay reconstrói o caso dos cinco adolescentes acusados injustamente de um ataque no Central Park, em 1989. A obra expõe o racismo e os erros de um sistema que condenou mesmo diante de confissões forçadas.
Inacreditável parte de outro ângulo do erro judicial. A minissérie, indicada ao Emmy e com Toni Collette no elenco, acompanha uma vítima de estupro de quem a polícia duvida. Em outra cidade, duas investigadoras começam a conectar uma série de casos parecidos.
Justiça por Uphaar leva o drama para a Índia. A produção reconstitui a luta de pais por justiça após um incêndio em um cinema de Nova Déli, em 1997, que matou 59 pessoas. É um retrato da perseverança de famílias contra a negligência sistêmica.
Filmes
Quanto Vale? traz Michael Keaton como o advogado encarregado de calcular a indenização das vítimas do 11 de Setembro. O filme mergulha na burocracia e na impossibilidade de colocar preço em uma vida.
Um Direito Meu parte de um caso real indiano. A trama acompanha Shazia Bano, que processa o ex-marido por pensão após ser abandonada. O caso real chegou à Suprema Corte e reacendeu o debate sobre os direitos das mulheres no país.
Documentários
Johnny Depp x Amber Heard disseca um dos julgamentos mais midiáticos da década. A minissérie documental usa depoimentos reais para mostrar como a opinião pública e a cobertura influenciam a percepção sobre um processo.
O Diabo no Tribunal fecha a lista com um caso bizarro dos anos 1980, em que a defesa de um assassinato alegou possessão demoníaca. O documentário explora as alegações de exorcismo e a suspeita de manipulação por trás delas.
Qual desses você coloca na fila primeiro? Conta pra gente nos comentários.
Fontes: Netflix Tudum, Deadline, NPR






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