Por muitos anos, Thanos foi o grande vilão do MCU, capaz de unir todos os heróis em Vingadores: Guerra Infinita e Vingadores: Ultimato.
No entanto, a Marvel já introduziu um personagem que tende a tornar o Titã Louco e as próprias Joias do Infinito elementos modestos diante de seu poder. Trata-se de Franklin Richards, apresentado em Quarteto Fantástico: Primeiros Passos.
Como o MCU mudou a visão sobre as Joias do Infinito
A franquia começou a relativizar o poder das Joias do Infinito ainda em outros projetos.
Na série Loki, por exemplo, foi revelado que a TVA possuía uma gaveta cheia dessas relíquias, usadas como simples pesos de papel. A cena teria reduzido drasticamente a aura de objetos pelos quais tantos personagens morreram, como Gamora, Viúva Negra e Tony Stark.
Embora a revelação tenha decepcionado parte do público, ela teria sido necessária. Afinal, se Thanos e as Joias representassem o ápice de poder da saga, ficaria difícil para a história avançar. Por isso, a Marvel não apenas diminuiu o peso das relíquias, como também passou a apresentar figuras muito mais poderosas para o futuro do universo.

O poder absurdo de Franklin Richards
Lançado em 2025, Quarteto Fantástico: Primeiros Passos foi considerado um sopro de ar fresco na franquia. Além de apresentar atores como Pedro Pascal e Joseph Quinn, o longa introduziu Franklin Richards, filho de Reed Richards e Sue Storm, apontado por muitos como um dos personagens mais fortes de toda a Marvel.
Para entender melhor a equipe, vale relembrar a origem e a dinâmica do Quarteto Fantástico nos quadrinhos.
Apesar de aparecer ainda como um bebê, Franklin já demonstra habilidades impressionantes, como poderes telepáticos e a capacidade de manipular a realidade. Inclusive, o público já o viu ressuscitar a própria mãe no filme.

Em essência, ele seria como uma Joia do Infinito viva, sem precisar de qualquer artefato para acessar todo o seu potencial. Nesse sentido, ele rapidamente faria o feito de Thanos parecer brincadeira de criança.
O desafio de adaptar tanto poder
Por outro lado, essa escalada de poder traz um risco evidente. O MCU corre o perigo de não conseguir levar às telas um nível tão alto sem soar exagerado ou raso. A franquia já enfrentou dificuldades com tramas bem mais simples, especialmente depois de Ultimato, o que torna o desafio ainda maior.
Ainda assim, o potencial é imenso. Construir uma narrativa em torno de alguém tão poderoso quanto Franklin exigirá cuidado, mas pode render histórias memoráveis, à altura de ameaças cósmicas como Galactus, cuja força e história já foram detalhadas pela editora.
Resta saber se a Marvel está realmente preparada para esse desafio nos próximos capítulos. E você, acha que Franklin Richards será bem aproveitado no MCU? Conte nos comentários!




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