O fenômeno global de Michael não para de crescer. A cinebiografia sobre o Rei do Pop acaba de quebrar a barreira dos US$600 milhões nas bilheterias mundiais. O longa, estrelado por Jaafar Jackson, estreou recentemente na Coreia do Sul e já assumiu a liderança absoluta do mercado local. Com uma participação de 55,2% das salas sul-coreanas, o filme provou que o legado do artista continua vivo e extremamente lucrativo no mercado asiático.
Domínio absoluto no mercado sul-coreano
A estreia na Coreia do Sul foi avassaladora. Em apenas um dia, o longa arrecadou cerca de US$ 832 mil, com 118 mil ingressos vendidos. Para se ter uma ideia do tamanho desse feito, a abertura superou o primeiro dia de Bohemian Rhapsody, que arrecadou US$737 mil no mesmo período. A força de Michael Jackson na Ásia está empurrando os números globais para patamares que surpreendem até os analistas mais otimistas de Hollywood.
Aprovação recorde e comparação com sucessos
Além dos números financeiros, o que impressiona é a recepção calorosa do público. No sistema da rede CGV, o filme recebeu a nota 9.5 Golden Egg. Esse indicador, equivalente ao CinemaScore americano, coloca a obra acima de produções aclamadas como Oppenheimer (9.2). Na rede MegaBox, a nota 8.8 estrelas confirma que o “boca a boca” positivo deve garantir uma vida longa ao título em cartaz.
- Nota CGV: 9.5 (Acima de Oppenheimer)
- Arrecadação de estreia: US$ 832 mil na Coreia do Sul
- Vendas: 118 mil ingressos no primeiro dia

Rumo aos recordes históricos
Especialistas preveem que Michael pode arrecadar entre US$5 milhões e US$7 milhões em seus primeiros cinco dias em solo sul-coreano. Se essa previsão se concretizar, o filme superará o recorde histórico de Bohemian Rhapsody (US$5,6 milhões), tornando-se a maior estreia de uma cinebiografia musical no país.
A conexão emocional do público com a performance de Jaafar Jackson tem sido o grande trunfo da produção. O filme consegue equilibrar a grandiosidade dos palcos com os dramas pessoais do artista, atraindo multidões que querem revisitar a história do ídolo. Enquanto os mercados ocidentais já mostram estabilidade, a Ásia parece ser o motor que levará a bilheteria de Michael a níveis ainda mais impressionantes nas próximas semanas.
Você acha que o Jaafar Jackson conseguiu capturar a essência do tio ou o filme focou demais na nostalgia?
Fonte: MJ Beats





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