A cinebiografia do Rei do Pop já é a maior do gênero na história. A produção superou ‘Bohemian Rhapsody’ e mira a marca histórica do bilhão.
Mesmo 15 anos após sua morte, Michael Jackson segue quebrando recordes. A cinebiografia Michael, que conta a vida do Rei do Pop, está prestes a alcançar um feito histórico nos cinemas. A produção já ultrapassou a marca de US$ 900 milhões em bilheteria mundial e agora mira o cobiçado US$ 1 bilhão. Com o resultado, o longa se tornou a maior biografia musical da história do cinema. A seguir, confira os números impressionantes e os detalhes da produção.
Os números da bilheteria
O desempenho do filme nas telonas tem sido extraordinário. Em cartaz desde o fim de abril, Michael acumulou cerca de US$ 363,5 milhões em bilheteria doméstica, nos Estados Unidos. Somando o mercado internacional, que rendeu mais de US$ 571 milhões, o total global chega a aproximadamente US$ 934,6 milhões.
Com esse montante, a produção está muito perto de entrar para um seleto grupo de filmes. Para cruzar a linha do US$ 1 bilhão, a cinebiografia precisa arrecadar pouco mais de US$ 65 milhões. Dado o ritmo da bilheteria, a expectativa é de que essa marca seja atingida em breve.

Recorde histórico do gênero
O sucesso de Michael já garantiu um lugar especial na história do cinema. A produção superou a bilheteria de Bohemian Rhapsody, a aclamada cinebiografia sobre Freddie Mercury e a banda Queen. Com isso, o filme sobre o Rei do Pop se tornou oficialmente a maior biografia musical já lançada nas telonas.
Esse resultado reforça a força do legado de Michael Jackson, que permanece intacta entre os fãs ao redor do mundo. Curiosamente, o produtor do longa, Graham King, é o mesmo vencedor do Oscar responsável por Bohemian Rhapsody. Ou seja, ele superou seu próprio recorde anterior dentro do gênero.
Do que se trata o filme
A produção se propõe a ir além da música e dos palcos. Michael traça a jornada do artista desde a descoberta de seu talento extraordinário, ainda como líder do grupo Jackson Five, até sua ascensão como um artista visionário. O longa busca retratar tanto seus triunfos quanto suas tragédias em uma escala épica.
O papel principal, na fase adulta, é interpretado por Jaafar Jackson, que tem uma ligação especial com o personagem. Afinal, ele é sobrinho de Michael Jackson, filho de Jermaine Jackson. Já o ator Juliano Valdi dá vida ao cantor durante a infância, cobrindo as diferentes fases da vida do artista.
Elenco e equipe de peso
Além dos protagonistas, o filme reúne um elenco repleto de estrelas. Nia Long e Colman Domingo interpretam a mãe e o pai do artista, respectivamente. O elenco conta ainda com Miles Teller, de Top Gun: Maverick, como o advogado John Branca, e Larenz Tate como Berry Gordy, fundador da Motown.
Nos bastidores, a direção fica a cargo de Antoine Fuqua, conhecido por filmes como Dia de Treinamento. O roteiro é assinado por John Logan, indicado ao Oscar por trabalhos como Gladiador e O Aviador, garantindo peso à produção.
A conexão com o Brasil
Vale lembrar que Michael Jackson sempre teve uma relação especial com o público brasileiro. Em 1996, o artista gravou parte do videoclipe da música “They Don’t Care About Us” no Pelourinho, em Salvador, ao lado do grupo Olodum. O episódio se tornou um dos momentos mais icônicos da ligação do cantor com o país.
Essa conexão histórica ajuda a explicar o carinho do público nacional pela figura do astro. O sucesso da cinebiografia nos cinemas reflete justamente a manutenção desse legado afetivo, que atravessa gerações. Para o mercado, o desempenho do filme prova que o nome de Michael Jackson ainda é uma potência comercial. Resta acompanhar para ver quando a marca do bilhão será finalmente alcançada.
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Fonte: Box Office Mojo, AOL




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