Um dos mistérios mais curiosos da cultura pop enfim foi esclarecido. O criador dos Minions, Pierre Coffin, respondeu à antiga pergunta dos fãs sobre o que as criaturinhas amarelas fariam durante a Segunda Guerra Mundial.
A resposta, curiosamente, já fazia parte da própria lógica interna dos filmes de Meu Malvado Favorito.
A regra que move os Minions
Para entender a questão, é preciso lembrar de um princípio central da franquia. Ao longo dos filmes, especiais e curtas, ficou estabelecido que os Minions existem para servir ao mestre mais vilanesco que conseguirem encontrar. Foi assim que eles acabaram ao lado de Gru no longa de 2010.
Antes disso, porém, a turma amarela já teria servido a diversos senhores ao longo da história. Entre eles estão um Tiranossauro Rex nos tempos pré-históricos, um vampiro e até o imperador Napoleão Bonaparte. Diante desse histórico, muitos fãs passaram a questionar, em tom de piada, a ausência das criaturas em um dos períodos mais sombrios do século XX.
A resposta estava na caverna de gelo
Em entrevista ao site Polygon, Pierre Coffin finalmente abordou o assunto de forma direta. Segundo ele, os Minions simplesmente não estavam em cena durante aquele período. A explicação, na verdade, já havia sido apresentada no filme de 2015.
Acho que eles estavam naquela caverna.
A referência é clara para quem acompanha a saga. Após fracassarem ao servir Napoleão em uma batalha, os Minions se exilaram em uma caverna de gelo. Eles permaneceram isolados por mais de um século, de 1812 a 1968, o que convenientemente os manteve longe das duas Grandes Guerras.
Essa mitologia do universo foi construída aos poucos, assim como aconteceu quando Minions 2: A Origem de Gru detalhou o passado do vilão.

Um novo detalhe complica a história
No entanto, o recém-lançado Minions & Monstros adicionou uma nova camada ao debate. O filme revela que existem outras tribos de Minions além daquela que se escondeu na caverna. Inclusive, uma delas teria começado a trabalhar em Hollywood ainda nos anos 1920, justamente no intervalo entre os dois conflitos mundiais.
Questionado sobre essa brecha, Coffin admitiu que tentava evitar a resposta, mas garantiu que essas outras tribos não fizeram parte da chamada Grande História. A discussão reforça como a franquia da Illumination se tornou um fenômeno cultural bilionário, capaz de gerar teorias entre os fãs mesmo sendo voltada ao público infantil.
Vale destacar o peso desse estúdio no mercado atual. A Illumination é a mesma casa por trás de outros sucessos estrondosos, algo que ficou evidente quando o estúdio foi escolhido para adaptar Super Mario Bros. aos cinemas. Para a empresa, manter esse engajamento é sinal de que os Minions devem seguir rendendo por muitos anos.
Afinal, o público que cresceu com os primeiros filmes agora chega à vida adulta, garantindo a continuidade do fenômeno. E você, já havia se perguntado sobre isso? Conte nos comentários!





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