Quase uma década depois da saída, a dupla que dirigia Han Solo: Uma História Star Wars resolveu comentar o caso. Em entrevista ao podcast The Town, de Matthew Belloni, Phil Lord e Chris Miller trataram do assunto.
Os diretores de Uma Aventura LEGO foram perguntados se aceitariam dirigir outro filme caso Dave Filoni, apontado pela fonte como novo presidente da Lucasfilm, os convidasse. A resposta veio em tom de cautela.
Nunca diga nunca.
Conforme a matéria, eles mantêm relações com a equipe atual da Disney e da Lucasfilm, o que torna um retorno menos improvável. A agenda, porém, está cheia, com uma continuação de 21 Jump Street, uma série de Murder, She Wrote e a finalização de Homem-Aranha Além do Aranhaverso.
O que levou à demissão
Em 2017, Kathleen Kennedy afastou a dupla no meio das filmagens, e Ron Howard assumiu. Houve divergências sobre a abordagem de improviso, que havia funcionado em filmes como Tá Chovendo Hambúrguer. Os roteiristas Lawrence e Jonathan Kasdan temiam que o tom se afastasse demais do roteiro, enquanto Lord e Miller achavam que o material bruto indicava um filme melhor. Kennedy deu razão aos roteiristas.

Howard resumiu a situação ao Vulture, em declaração que o Ei Nerd registrou em 2025.
Eles só estavam enxergando dois filmes diferentes.
Torcida pelo elenco e boas lembranças
Lord e Miller negaram ter desejado o fracasso do longa. Pediram que, para apoiá-los, a equipe fizesse um grande filme com Howard, e elogiaram Alden Ehrenreich. A cena favorita da dupla foi a morte original de L3-37, vivida por Phoebe Waller-Bridge, com destaque para o improviso dela. Os diretores contaram ainda que Kennedy enviou um bilhete de parabéns pelo sucesso de Devoradores de Estrelas. Já Han Solo faturou US$ 393 milhões, resultado considerado decepcionante, e o orçamento dobrou com a troca de diretores.
A abertura da dupla ocorre num momento de reorganização, já que o Ei Nerd noticiou a troca de comando da franquia em janeiro. Para os fãs, a hipótese de rever dois cineastas criativos na galáxia é positiva, mas nada está em negociação, e o risco de repetir o conflito de estilo existe. Por ora, é só um sinal de que as feridas cicatrizaram. Em janeiro, a própria Kennedy detalhou quais projetos seguem vivos, o que ajuda a medir o espaço para novas apostas.





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