Uma nova prévia do jogo da RGG Studio destaca a cidade viva e o sistema de casas noturnas, mas aponta problemas quando há vários inimigos em cena. O lançamento está marcado para janeiro de 2027.
O novo jogo da RGG Studio mostrou muito potencial, mas ainda deixa dúvidas. Depois de passar um dia em Stranger Than Heaven, o Video Games Chronicle descreveu uma experiência dividida: as cidades e as atividades paralelas encantam, enquanto o sistema de combate ainda tropeça em lutas contra grupos. O título chega em 15 de janeiro de 2027 para PS5, Xbox Series e PC.
Uma história que atravessa o século 20
A trama acompanha Makoto Daito, que sai da condição de jovem fugitivo da polícia e chega a lançar as bases do clã Tojo. A narrativa se divide em várias eras e cidades japonesas do início do século passado. Segundo a prévia, o formato lembra uma série de TV, com grandes arcos limitados a cada época.
Ao contrário da franquia Yakuza, o foco aqui não é turismo moderno pelo Japão. O jogo quer mostrar um país em ascensão. Embora não seja oficialmente da série Like a Dragon, o espírito dela aparece em vários pontos.
Idiomas e preconceito
Por padrão, os personagens falam no idioma original, com legendas. A ideia é espelhar o isolamento de Makoto, que enfrenta forte preconceito ao voltar ao Japão por ter ascendência parcialmente americana.
O combate que divide opiniões
O sistema mapeia os membros do corpo nos botões do controle. Para atacar, o jogador alterna entre L1 e R1 e usa a mão ou o pé esquerdo ou direito. Em duelos, a prévia considera a mecânica empolgante, com aparar e esquivar no tempo certo derrubando até os adversários mais duros.
O problema surge nas brigas em grupo. Segundo o texto, a precisão perde valor, e o jogador pode ficar preso em sequências de golpes sem muita saída. Em outras palavras, o combate funciona melhor contra um inimigo forte do que contra vários oponentes comuns. É preciso lembrar que a avaliação vem de uma demonstração, então a versão final pode mudar.
Esse ponto também apareceu na primeira impressão do veículo em junho, quando destacou o sistema de membros.
Snoop Dogg, Tupac e o elenco famoso
Snoop Dogg aparece como mentor logo no início. De acordo com o relato, a atuação é boa e engraçada, mas a presença do rapper acaba chamando mais atenção do que o personagem. A prévia não viu Tupac Shakur na demonstração.
Segundo a Sega, ele interpreta Amaru, com autorização do espólio, e a empresa afirma não ter usado inteligência artificial.
O império da vida noturna é o coração do jogo
A parte mais elogiada é a construção de um negócio de entretenimento noturno. O jogador encontra inspiração para músicas no cenário e até nas lutas. Depois, leva as ideias a um compositor, que cria um arranjo novo.
A música vira um show completo em uma casa de espetáculos. É preciso vender ingressos, divulgar o evento e até ajustar luzes e efeitos. Segundo a prévia, essa camada começa surpreendente e logo vicia. A quantidade de atividades parece enorme.
Para os fãs de Yakuza, a notícia é animadora, pois a RGG parece manter o que faz de melhor: cidades vivas, minigames e uma história ousada. Por outro lado, o combate é a base de qualquer jogo de ação, e falhas em lutas com muitos inimigos podem cansar quem passa horas na campanha.
Para a Sega e a RGG Studio, o desafio é ajustar o balanceamento até janeiro. O jogo traz um sistema novo, um elenco famoso e a polêmica de Tupac. Portanto, as expectativas estão altas, e o lançamento terá de entregar equilíbrio.
E você, o que acha do combate com membros separados nos botões? Conte para a gente nos comentários!




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