Jumanji: Mundo Aberto ganha trailer cheio de ação; confira

Andre Luiz

A Sony divulgou o primeiro trailer de Jumanji: Mundo Aberto, quarto capítulo da série e continuação direta dos filmes protagonizados por Dwayne Johnson. A estreia norte-americana está marcada para o dia de Natal.

A premissa aparenta inverter a lógica anterior. Em vez de sugar os jogadores para dentro do cenário, o jogo agora invade o mundo real e provoca o caos por lá.

Há ainda duas novidades chamativas. Personagens aparecem presos em uma espécie de modo demonstração, travados como acontece em jogos incompletos. A troca de corpos, marca das produções anteriores, também ganha um arranjo diferente. O humor físico segue como marca da casa.

Veja o trailer:

O elenco reunido

O quarteto principal está de volta, com Johnson, Kevin Hart, Jack Black e Karen Gillan. Completam o time Awkwafina e Danny DeVito, ambos já vistos no capítulo anterior.

Vale lembrar que essa formação vem de dois sucessos consecutivos, ainda que a fórmula tenha começado com desconfiança. Em 2016, o próprio Johnson precisou explicar que aquilo não era um remake, e sim continuação da história original.

A escolha do nome não é casual. Mundo aberto é o termo usado para jogos em que o participante circula livremente pelo cenário, sem seguir uma sequência fixa de fases.

Aplicado ao filme, o conceito casa com o que a prévia sugere. Se as regras deixaram de existir e o jogo escapou do tabuleiro, o próprio mundo virou o mapa.

A homenagem a Robin Williams

Existe um detalhe que passou despercebido na maior parte da cobertura. Durante as filmagens, Johnson mostrou um colar com um dado do filme de 1995, usado pelo personagem dele como sinal de respeito ao intérprete de Alan Parrish.

Segundo o ator, a peça é uma forma de honrar Robin Williams e a franquia que ele iniciou, justamente no que seria o último capítulo desta leva. Não é a primeira lembrança do tipo, já que o filme de 2017 escondeu uma inscrição com o nome do personagem original em cenário.

O gesto ajuda a explicar por que a franquia sobreviveu tanto tempo. Cada nova leva tratou o filme original como ponto de partida afetivo, e não como material a ser apagado, o que costuma ser a diferença entre continuação e substituição.

Robin Williams como Alan Parrish no Jumanji original – Reprodução/Sony Pictures

A conta dos trinta anos

Para dimensionar o tamanho da franquia, vale voltar ao começo. O longa de 1995 foi baseado no livro ilustrado de Chris Van Allsburg. Ele reuniu Williams, Kirsten Dunst e Bonnie Hunt em torno de um tabuleiro que materializava selvas inteiras dentro de casa.

A retomada veio duas décadas depois, com a ideia de transformar o tabuleiro em videogame e os jogadores em avatares. Houve ainda uma produção de 2005 ambientada no espaço, ligada ao mesmo universo por conta do autor do livro.

Uma observação para o leitor brasileiro. A data de 25 de dezembro vale para os Estados Unidos, e a distribuidora ainda não confirmou o calendário nacional. Lembrando que o filme de 2017 só chegou por aqui em janeiro do ano seguinte. Johnson, aliás, já testou a janela natalina antes, com resultado bem menos animador.

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