‘Moana’: live-action tem enorme de rejeição da crítica

Cheyna Corrêa

A nova versão com Dwayne Johnson e Catherine Laga’aia já está em cartaz. Apesar das críticas negativas, a atuação da protagonista foi elogiada.

A aposta da Disney em mais uma refilmagem não convenceu boa parte dos especialistas. O live-action de Moana, já em cartaz nos cinemas brasileiros, estreou com uma recepção morna da crítica internacional. Estrelada pela novata Catherine Laga’aia e por Dwayne Johnson, que retorna como o semideus Maui, a produção acumulou avaliações negativas. Contudo, nem tudo foi apontado como problema, já que a atuação da jovem protagonista recebeu rasgados elogios. Confira os detalhes dessa estreia dividida.

A rejeição da crítica internacional

Os números iniciais não foram nada animadores para o estúdio. No agregador de críticas Rotten Tomatoes, o filme registrou apenas 35% de aprovação, com base em mais de cem avaliações. Isso significa uma taxa de rejeição de 65% entre os jornalistas especializados.

De acordo com o consenso do site, a refilmagem foi considerada pouco inspirada e sem vida. Muitos críticos classificaram a empreitada como desnecessária, argumentando que a nova versão apenas reforça a superioridade da animação original de 2016. Ou seja, para parte da imprensa, o remake não justificou sua própria existência.

A recepção dividida e o elogio à protagonista

Reprodução/YouTube/Disney

Apesar do tom geral negativo, é importante frisar que a recepção não foi unânime. Enquanto alguns veículos reprovaram o filme, outros, como a revista Variety, publicaram análises mais favoráveis, destacando os pontos altos da adaptação.

Nesse cenário, houve um consenso praticamente absoluto sobre um ponto: o talento de Catherine Laga’aia. Mesmo entre as resenhas mais duras, a estreante foi amplamente celebrada por sua entrega no papel principal. Segundo a crítica, ela brilha e consegue sustentar o carisma da heroína, provando ser uma grata descoberta em meio às controvérsias.

A história e o elenco de ‘Moana’

Para quem não conhece, a trama se passa em um antigo mundo no Pacífico Sul. A jovem Moana embarca em uma jornada em busca de uma lendária ilha, unindo forças com seu herói, o poderoso semideus Maui. Juntos, eles enfrentam criaturas marinhas, mundos submersos e desvendam segredos de uma cultura ancestral.

Além da dupla principal, o elenco conta com John Tui como o Chefe Tui, pai de Moana, Frankie Adams como a mãe Sina, e Rena Owen no papel da avó Tala. Dirigido por Thomas Kail, o longa entrou para a história da franquia por outro motivo curioso, tornando-se o filme mais longo de toda a série, superando as animações.

O que isso significa para a Disney?

Essa recepção reacende um debate antigo sobre a estratégia da Disney. O resultado morno segue um padrão visto em outros live-actions recentes do estúdio, frequentemente acusados de serem cópias sem alma dos originais. O contraste é gritante, afinal, a animação de 2016 é aclamada, com 95% de aprovação no mesmo Rotten Tomatoes.

Vale lembrar que o projeto já vinha cercado de polêmicas, como a discussão sobre o uso de inteligência artificial nos bastidores. Ainda assim, a força da marca é inegável, e a bilheteria pode contar uma história diferente da crítica, como bem demonstrou a passagem de Dwayne Johnson pelo Brasil para promover o longa. E você, concorda com a crítica ou vai tirar sua própria conclusão nos cinemas? Comente aqui embaixo!

COMPARTILHE Facebook Twitter WhatsApp

Leia Também


ASSINE A NEWSLETTER

Aproveite para ter acesso ao conteúdo da revista e muito mais.

ASSINAR AGORA