Uma das publicações mais recentes da DC Comics trouxe um novo capítulo para a trajetória do Nuclear e apresentou uma demonstração de poder capaz de colocá-lo entre os personagens mais perigosos do universo da editora.
Em The Fury of Firestorm #3, o herói que vem seguindo um caminho cada vez mais sombrio mostrou que possui recursos suficientes para neutralizar até mesmo kryptonianos em questão de segundos.
A edição, escrita por Jeff Lemire e ilustrada por Rafael de Latorre e Marcelo Maiolo, aprofunda as origens do Projeto Nuclear enquanto avança a atual transformação do personagem em uma ameaça de grandes proporções.
Projeto Firestorm nasceu para conter super-heróis
A história retorna ao passado para revelar detalhes inéditos sobre a concepção original do Projeto Nuclear pelo Professor Martin Stein.
Antes de se tornar a identidade compartilhada entre Stein e Ronnie Raymond, o projeto tinha um objetivo bastante específico: criar um meta-humano capaz de agir como uma espécie de plano de contingência caso outros super-heróis saíssem do controle.
A proposta era desenvolver um indivíduo com habilidades suficientes para enfrentar qualquer ameaça superpoderosa existente no planeta, inclusive os seres mais poderosos da Terra.
No entanto, os acontecimentos recentes da série mostram que o Nuclear acabou se transformando justamente no tipo de ameaça que o projeto pretendia combater.
Nuclear derrota Supergirl com extrema facilidade
O momento mais impactante da edição acontece quando Nuclear enfrenta Supergirl.
Durante o confronto, o personagem demonstra a capacidade de criar Kriptonita instantaneamente, utilizando seus poderes de manipulação molecular para explorar a principal vulnerabilidade dos kryptonianos.
A sequência sugere que a mesma estratégia poderia ser utilizada contra qualquer integrante da raça de Krypton, incluindo o próprio Superman.
Enquanto a batalha acontece, a narrativa de Martin Steinajuda a explicar a lógica por trás do projeto original e do nível de poder alcançado pelo personagem.
Em determinado momento, Stein afirma:
“Diga-me… quem são os meta-humanos mais poderosos? Os kryptonianos, correto? O Homem de Aço e a Garota de Aço. Bem… e se alguém pudesse manipular as próprias moléculas que compõem o aço? E se alguém conhecesse as fraquezas dos kryptonianos e pudesse literalmente manifestá-las do próprio ar?”
Reprodução/DC ComicsReprodução/DC Comics
Manipulação da realidade amplia ameaça do personagem
A edição também destaca que os poderes de Nuclear vão muito além da criação de Kriptonita.
Segundo a explicação apresentada por Stein, o personagem possui domínio sobre os componentes fundamentais da matéria, o que lhe permite alterar estruturas em nível molecular.
A narração continua:
“Vou criar um meta-humano que não apenas terá poder sobre os kryptonianos, mas também sobre a própria substância da existência. Ele será a arma mais poderosa que a humanidade já criou ou criará. Não haverá nada nem ninguém capaz de detê-lo…”
A fala reforça que a intenção original do cientista era criar uma entidade capaz de superar até mesmo os seres considerados mais poderosos do planeta.
Nova fase do personagem aumenta seu papel no Universo DC
Desde o início de The Fury of Firestorm, a série vem apresentando feitos cada vez mais impressionantes realizados pelo personagem.
A derrota rápida da Supergirl representa mais um passo nessa escalada de poder, evidenciando habilidades que vão desde a manipulação molecular até o controle de elementos essenciais da realidade.
Com apenas três edições publicadas até o momento, a revista já posiciona o Nuclear como uma das figuras centrais das discussões sobre os personagens mais poderosos da DC Comics.
The Fury of Firestorm #3 já está disponível nas comic shops e plataformas digitais especializadas.
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